Lugar de Paz – Medjugorje

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Medjugorje: Paz, Paz, Paz…

Quem é esta Virgem que pode ser tocada por todos? Coisa incomum em se tratando de aparições marianas. Quem é esta grande Senhora branca, do Céu e da terra, que diz estar aparecendo pela última vez em nosso mundo, este que ora conhecemos, tão adverso? Ela é a Virgem, a Gospa, que tem se revelado ante dez crianças e lhes entregou dez segredos, desvendando para eles o verdadeiro significado da sua vinda, o destino do planeta e da Igreja, o sentido da unidade autêntica e da paz verdadeira, que vem no vento e reafirma, no Pólo oposto da civilização moderna, a teologia da beleza.

Medjugorje quer dizer “lugar situado entre duas colinas”. E foi justamente ali onde a Virgem apareceu nas primeiras vezes. Medjugorje faz parte de um conjunto de povoados do município de Citluk, onde viviam cerca de quatrocentas famílias repartidas em cinco aldeias: Viónica, Surmanci, Miletina, Medjugorje e Bijakovici, esta última onde nasceram os seis principais escolhidos, que continuaram vendo a Virgem e falando para ela depois da primeira aparição, sobre o monte Podbordo. A poucos quilômetros de Mostar, com cujo bispo os jovens nunca se abriram totalmente e ainda menos os fredes franciscanos de Medjugorje, os quais praticamente desde o princípio assumiram a defesa , atenção pastoral e difusões destas aparições, Medjugroje tem a sua população formada por Croatas, embora não dentro das fronteiras da atual Croácia, mas da sua hoje aliada Bósnia-Herzegovina, estado da extinta e artificial Jugoslávia, cujo povo se compõe de católicos, ortodoxo e muçulmanos. Os Croatas sempre forma católicos e durante a Segunda Guerra Mundial, aliados da Alemanha lutaram ao lado desta na frente do Leste e eles próprios, internamente, contra a Sérvia, ortodoxa, e contra as milícias comunistas do marechal Tito. Aquele choque foi cruel, ensejando ódios que ainda perduram. A solução adiada, de criar a Jugoslávia do nada, após a Primeira Guerra Mundial, deu origem e alimentou o atual conflito. Assim, houve massacres em toda parte na década de 40. Daquela época, quando a europa tentou chegar a um acordo e esteve a ponto de conseguir, não fosse o resultado adverso da Segunda Guerra mundial, datam alguns massacres notórios, nos quais ninguém, católicos, ortodoxos e comunistas, pode se achar isento de culpa. Os croatas católicos não têm as mãos limpas, como não as têm os partisians de Tito nem os ortodoxos sérvios. Neste núcleo fervilhante ocorreu a aparição da Virgem Maria, com uma especial mensagem de Paz, que ressaltava desde as suas primeiras comunicações dirigidas às crianças. Veio antes da atual guerra, sem dúvida, como uma profecia de alcance universal, mas como todas as aparições da virgem, também com uma dimensão local genuína. Já por ocasião da terceira manifestação, de 26 de junho de 1981, repetiu várias vezes:

“Paz, Paz, Paz e somente Paz. A Paz deve reinar entre Deus e os homens, e entre eles…

Não é casual que a Virgem de Medjugorje se atribuísse o nome principal, entre outros, de Rainha da Paz (mensagem de 28 de agosto de 1981). Fica claro ao que veio. Muitos a aceitaram e aceitam, esquecendo velhas rixas e rancores.

 

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